"O que diferencia «uma mudança reformista» de «uma mudança não reformista» num regime político, é que no primeiro caso o poder continua fundamentalmente nas mãos da antiga classe dominante e que no segundo o poder passa das mãos dessa classe para uma nova."

sábado, 27 de maio de 2017

LOTE Nº9 - Quinta do Lago


Ainda a propósito do processo da "Hasta Publica" do lote 9


A acta da reunião da CMC (aqui) confirma a irregularidade do mesmo, portanto, é o próprio presidente da Câmara a confirmar que o edital a publicitar a referida "Hasta" (que deveria ser pública) não chegou em tempo útil às Freguesias.  

E agora, não nos venham dizer que foi lapso dos serviços.

Essa nós não "engolimos"   !


quinta-feira, 25 de maio de 2017

PROMESSAS... Mais... PROMESSAS!



Prometiam emprego para os jovens viu-se !!!

E o orçamento participativo !?
PARTICIPATIVO para alguns! "Búzios", Comissão de Festas, forcados, etc.


Chega de Mentirolas!




terça-feira, 23 de maio de 2017

Não existe

Há uma coisa a que Passos Coelho nunca respondeu: que programa de governo propõe? A resposta, que nunca é dada, torna-se flagrante, na sua inexistência.

Não que Passos Coelho não tenha um programa – tem-no, só não quer divulgá-lo, porque é o mesmo que aplicou na sua chancelaria.

(Verdade seja dita que isso mesmo parece ter compreendido a generalidade dos jornalistas que lhe fornecem tempo de antena, dado que nenhum ainda o confrontou directamente com a pergunta.)

Ora, até Passos percebeu que a população portuguesa lhe pregará um rotundo «não» na cara se, de novo, lhe acenar com mais austeridade.

Aliás, quando se candidatou à governança apenas prometia um enigmático «novo paradigma», que rapidamente se revelaria uma catástrofe para o povo português – mas já era tarde.

Daí que a trajectória do ex-chanceler, desde que foi apeado do poder, tenha vindo a dar mais volteios do que uma gincana de desnorteados.

Entrou em estado de negação com a derrota e o seu problema central é nunca ter saído daí. Ameaçou com novo resgate, garantiu o falhanço de todas as metas no défice, no desemprego ou na dívida, jurou que todas as estimativas estavam erradas e até prometeu o diabo em pessoa.

Debalde. Nenhuma desgraça anunciada lhe correu bem.

Recentemente tentou nova abordagem e começou a dizer que os sinais positivos verificados na generalidade dos resultados – défice, desemprego, etc. – se devem «à política do seu governo». Como o descaramento do homem não tem limites, resolveu também manifestar «profunda indignação» (por interposto Luís Montenegro) devido ao Governo de António Costa não ter aceitado um nome indicado pelo PSD para um cargo da escolha exclusiva do Executivo.

Começando por este episódio, a «profunda indignação» do PSD devia esfarrapar-lhe as próprias vestes, lembrados que estamos (nós, o povo e o País) da governação Passos/Portas onde punham e dispunham de todos os lugares no aparelho de Estado, com enérgica sobranceria e sem darem cavaco a ninguém. E era um fartar vilanagem – até mesmo já demitidos, continuaram a atafulhar a máquina do Estado de amigos e confrades.

Quanto aos «créditos», auto-assumidos por Passos Coelho pelos bons resultados do Governo do PS, merecem uma sonora e, sem dúvida, irrevogável gargalhada, apesar da defenestração aplicada ao adjectivo por Paulo Portas. Só mesmo o infinito descaramento de Passos pode fingir não se lembrar das suas próprias palavras há um ano, precisamente a vaticinar a «vinda do diabo» que o abandono da política de austeridade do seu governo provocaria no País, «lá para Setembro ou Outubro»... do ano passado.

Enfim, Passos Coelho finge-se «remodelado» e espera que mudar os móveis de sítio bastará para esconder que a «sua casa» já não existe.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Os projectos megalómanos também chegaram a CORUCHE

Projetos megalómanos: das 20 estações de Cristas às 38 de Costa


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POR CÁ ! Coruche:
?!





As contradições no Império e os trafulhas à solta

É preciso um Macron brasileiro.

Alguns nunca pensaram ver um Presidente dos States criticado sistematicamente pela imprensa portuguesa Já tivemos Reagan , Bush ... e nada como agora . O Expresso Diário dedicava-lhe há dias três editoriais num só dia e hoje o inconfundível Henrique Monteiro ex educador do povo volta ao tema. Andam eufóricos com a destituição de Trump . O pecadilho é este ter- se aproximado de Putin. Ainda confundem a Rússia de Putin com a URSS . O anticomunismo é visceral e está-lhes inscrito no ADN. Trump só foi bom quando bombardeou a Síria . Entre Trump , os Clintons os Bushs venha o diabo e escolha.

Estão também na campanha contra Temer que "aceitaram " quando se tratou de demitir Dilma , porque agora os seus amigos da Globo denunciaram Temer , a mesma Globo que teve um papel miserável na destituição de Dilma e que ainda há dias esteve em cruzada contra a greve geral. Temer está queimado bem como os seus mais próximos aliados. O PT é de novo ameaça por isso é preciso encontrar um candidato novo , bem falante - um Macron brasileiro. E a globo já está em marcha. Quem não desiste de um Macron português é o inefável Assis agora no papel de Valls :"Pela primeira vez em muito tempo emerge num grande país europeu uma solução política ousada e corajosa que apresenta como principal objectivo programático a defesa do projecto europeu”, Francisco Assis deputado do PS no PE acerca do novo governo francês . Magnifico !

sábado, 20 de maio de 2017

Promessas


O que irão eles prometer agora ?

Como vão justificar o não cumprimento do programa eleitoral ?

se os cofres estão cheios !?




quarta-feira, 17 de maio de 2017

BOYS


Com a proximidade das eleições a maioria PS trata de "resolver" as situações laborais (promoções) dos seus apoiantes que trabalham na câmara. Numa clara discriminação positiva relativamente à generalidade dos outros trabalhadores que estão à anos sem qualquer promoção ou progressão na respectiva carreira!

Veja-se os casos que hoje foram tratados na reunião da câmara.

O PS promove os seus boys!


terça-feira, 16 de maio de 2017

Ex-ministra reconhece prejuízo com resolução do BES

Maria Luís Albuquerque foi ouvida na Comissão de Orçamento e Finanças


Numa audição na Assembleia da República, enquanto ex-ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque assumiu que, afinal, resolução do BES, decidida pelo seu governo, implicou custos para os contribuintes.